Ex-jogador visava chegar à presidência da CBF, mas desistiu ainda na pré-candidatura
Ronaldo Fenômeno chamou atenção ao desistir da pré-candidatura à presidência da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), que terminou com a permanência de Ednaldo Rodrigues no cargo. Em participação no programa “Galvão e Amigos”, o ex-atacante descartou ser uma “oposição oportunista”.
“Muitos esperam que eu seja aquela oposição massacrante, oportunista e eu não quero ser isso. Eu quero ajudar o futebol... Ele não é meu inimigo e eu não sou inimigo dele”, afirmou.
Exemplificando com o futebol inglês e o alemão, Ronaldo defendeu que ainda há muito para evoluir no Brasil e explicou que tinha a ideia de buscar uma aproximação institucional com os atletas.
Seleção Brasileira
Vivendo momento turbulento desde a saída do técnico Tite, a Seleção segue sem um treinador depois da queda de Dorival Júnior após a goleada sofrida para a Argentina na última Data-Fifa.
Ao abordar o assunto, Ronaldo apontou um problema no time.
“A gente vê jogadores que estão entre os melhores do mundo e, na Seleção, não conseguem desempenhar. Além do dedo do treinador, sinto que falta isso da liderança, o chacoalhão. O Dunga quando dava uma sacudida na gente... Cada um buscar uma reação individual e todo mundo junto sair da situação desconfortável”, analisou.